Não credito em duendes, em fadas, em tapetes voadores e palavras mágicas. Não acredito em senado, em julgamentos corretos, em eleições brasileiras. Não acredito em trapaças, em passar a perna, em jogos escusos.
Eu acredito em ser criança.
Acredito em fazer o meu melhor, por não querer medir esforços. Acredito em trabalhar junto, por que eu quero me dar bem junto. Acredito que todo o mundo cabe na minha cidade e que toda cidade é menor que a minha.
Acredito em ficar de mãos dadas, em abraços longos e noites de inverno. Acredito que ficar junto é só uma questão de escolha, assim como ficar longe ou deixar de ser amigos.
Acredito que posso mudar o mundo, assim como acredito que o mundo vai me bater até eu cansar de tentar me levantar. E acredito que sempre vai ter alguém do meu lado que me empurre pra cima quer eu queira ou não.
Acredito em opiniões e pontos de vista. Acredito em discussões longas de madrugada que não chegam a lugar nenhum, exceto talvez uma alvorada. Acredito em escrever para ninguém e que deveriam existir seis bilhões de blogs no mundo.
Acredito em coisas simples e em monitores de plasma. Acredito em sorrir por motivos aleatórios e em descansar durante as tardes quentes.
Acredito em ser feliz. E que todo o resto é secundário
Este é um post meio stub, enquanto escrevo um de verdade. Vai ser algo interessante, eu espero. Enquanto isso, esse deveria ser um pouco mais emotivo
PS: caso alguém lembre dos meus antigos blogs, é o meu segundo texto de acreditar.
This entry was posted on Wednesday, September 30th, 2009 at 7:50 pm and is filed under writings. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.
