Ok. Finalmente cheguei em Seattle. Depois de 14 horas de vôo, uma conexão, duas mudanças de fuso horário, estou em Seattle.
O dia foi um bocado estranho, principalmente por que ele começou ontem. Mas vou contar por partes:
Parte 1: Embarque.
Ok, embarcar no Brasil foi estranho. Pelo menos 4 vezes me fizeram as seguintes perguntas:
- Você fez as suas próprias malas?
- Você esteve em posse de sua bagagem de mão durante todo o tempo?
- Alguém lhe pediu para levar algo em sua bagagem?
Como se alguém fosse responder “sim” a qualquer uma delas.
Os meninos da equipe embarcamos toda ao mesmo tempo. Eu e o Denis fomos de American Airlines, o Anderson de Delta. Aventura especial para ele, que nunca havia viajado para o exterior, agora fazia isso sozinho…
Chegando no avisão, cada pessoa podia escolher o que queria assistir. Menos eu, que a minha televisãozinha não funcionava, então eu vi O Estranho Caso de Benjamin Button (de novo). Ainda bem que o filme é bom. Do meu lado, um Mineiro que ia fazer escala em Dallas e depois ia para Vancouver. Divertoso. Mas dez horas nunca é um vôo curto.
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Parte 2: Escala em Dallas
Eu nunca esperei fazer escala em Dallas. Como eu cansei de dizer, “eu falo inglês, e não texano”. A língua foi a coisa menos estranha. Dá uma olhadinha na foto do lado, para pegar a pinta do cara do guichê de informações.
Seguindo adiante, check de segurança: tirar blusa, sapatos, cintos, tudo dos bolsos, jogar todos os itens no raio X (não pode inclusive ter líquidos maiores do que uma ampola de colírio), passar pelo detector de metais, colocar todas as coisas de volta no lugar, seguir para o embarque.
Mas, antes de chegar no embarque, direito a Skyline: um belo de um trenzinho que leva a gente entre as asas. Ainda bem, por que o Aeroporto de Dallas é absurdamente grande (quando eu chegar em Cambridge eu faço um Flikr para as fotos da viagem)
Chegamos 5 minutos adiantados para o embarque. Foi tempo de eu comprar um Altoids preto (nunca mais… eca!) e ir pro vôo. Vôo de 4 horas, com uma canadense maluca do lado (comida dela durante a viagem: um Blood Mary com dose dupla de Sky). Sem grandes ventos, exceto a visão de uma montanha enorme, coberta de neve, acima das nuvens. Foi simplesmente lindo.
Pousando, pegamos as malas e a do Denis descobriu que a dele estava destruída. Sem problemas: a American Airlines entregou para ele uma carta confirmando o conhecimento dos danos e dando a ele direito de exigir o reparo, sem custos.
Esperamos o Anderson chegar, pegamos um caríssimo taxi de 60 dólares até o Hotel. Conversas muito interessantes com o nosso motorista ANGOLANO…
Chegando ao hotel, fizemos o check-in e dissemos olá (via internet) a quem precisávamos. Como o quarto não estava pronto, fomos tocar a bandeira (tirar a foto e reunir o grupo) no quarto da Ingrid, logo antes de sair para almoçar.
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Comemos no Jack in the Box (comida boa, mas que atendimento nojento!) e pegamos o hotel shuttle (de grátis para até 4 milhas) até downtown. Foi lá que eu esbarrei com a SakuraCon (que eu achei muito divertido, mas o resto do gruipo não compartilha de minhas visões nerd e divertidas do mundo). Passamos por uma GameStop, Nike, lojas de roupas e perfumes malucas. Voltamos para o Hotel e eu estou postando.
Sim, resumi muito o dia, mas quero deixar para contar algo quando chegar em SP. Até!
This entry was posted on Sunday, April 12th, 2009 at 3:30 am and is filed under Travel. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.


A “Saylor” (se eu não estou enganado) está um pouco de forma (por isso não consigo identificar muito bem se é a “Saylor”)
Não entendi prq vc falou mal do cara da informação…. vc já apareceu na facu de terno, gravata, sobretudo e um chapeu, ou seja, um gangster