Ok. Finalmente cheguei em Seattle. Depois de 14 horas de vôo, uma conexão, duas mudanças de fuso horário, estou em Seattle.
O dia foi um bocado estranho, principalmente por que ele começou ontem. Mas vou contar por partes:
Ok. Finalmente cheguei em Seattle. Depois de 14 horas de vôo, uma conexão, duas mudanças de fuso horário, estou em Seattle.
O dia foi um bocado estranho, principalmente por que ele começou ontem. Mas vou contar por partes:
Muitos dias amanhecem ruins, muitos dias ficam ruins na madrugada anterior, outros ficam péssimos na hora do almoço e, algumas vezes, os dias ficam horríveis quando alguém diz ou deixa de dizer algo. O ponto é que todos os dias têm o potencial de tornarem-se ruins. Alguns são só piores do que os outros
Um amigo Murphysta meu diria que todos os dias são ruins, e que nós temos a ilusão, apenas, de que ele é bom. Eu devo discordar: todos os dias têm o potencial de serem bons tanto quanto de serem ruins, o que cria aqueles dias que não são bons nem ruins, que parecem que só existiram para serem riscados do calendário. Esses são os dias que eu mais odeio.
Mas quero falar é dos dias ruins. Dos momentos em que tudo parece cinza, que o mundo poderia acabar e não ia mudar muito, que um gole de cianureto não parece uma idéia tão ruim e que uma barra de chocolate coberta com leite condensado dentro de uma torta de maçã parece uma idéia boa e reconfortante e razoavelmente calórica.
Nesses dias, cada um precisa de uma coisa: reclusão, carinho, chocolate, caminhar, uma cama macia, um belo mate fervendo. Essas normalmente são coisas fáceis de se conseguir. Mas o que as pessoas raramente conseguem é o que normalmente todos precisam: compreensão.
Um problema raramente é de uma única pessoa. Normalmente temos alguém que ao menos pode nos ouvir, diminuir a tensão, desengarrafar um sentimento preso, um grito afogado. Para os sortudos que têm um(a) companheiro(a), o mundo é mais simples: normalmente eles sabem ouvir (ou você achou a pessoa errada). Para os outros, ainda costuma-se ter amigos próximos. Para os ainda menos afortunados, a Internet está cheia de gente disposta a ouvir os problemas dos outros. (mas não entre com o Nick meninatristinha19SP ou algo que o valha).
Enfim, dias ruins acontecerão. Alguém sempre pode ajudar. Algumas pessoas sabem que podem contar comigo, e eu sei em quem eu posso contar.
Proto. Num dos piores textos que ele já escreveu. Mas a intenção é boa
Algumas coisas nós aprendemos muito rápido. E eu aprendi algumas coisas:
Logo, eu posto hoje (e nem pensem que eu vou postar amanhã!)
April Fools ( o Dia da Mentira no Brasil) é um dia muito especial: é um dia de brincar, de fazer piadas e trocadilhos, de pregar peças e ser pego. No mundo todo é um dia de celebração.
Eu gosto mais do 1º de abril do que do ano-novo. Ninguém faz promessas no 1º de abril, ningupem monta expectativas, ninguém que não precise veste branco, come lentilha e, asima de tudo ninguém, mas NINGUÉM, acha uma boa idéia pular sete ondinhas para dar sorte.
O 1º de abril é uma data que tudo é possível: misturas herbais de unicórnio, bacon em creme, sistemas de respondimento automático de emails, posições políticas absurdas, declarações sem sentido (neste ponto, o Lula deveria fazer TODAS as suas reuniões internacionais no 1º de abril…), enfim, é um dia mágico, onde tudo exisate, tudo acontece, o mundo fica de pernas para o ar, mas nós só rimos, nos regojizamos e continuamos com a próxima brincadeira.
É um dia onde não é proibido sonhar, onde o engenheiro maluco dentro de todos nós pode tomar asas, onde o Internet Explorer é bom e comida japonesa é barata. Um dia em que não se é condenado por uma brincadeira infantil, em que rir é algo necessário, em que o tempo perdido é tempo investido e atrasos são apenas parte de tudo.
É um ótimo dia para se fazer aniversário.
By Proto. Agora em versão 2.2 e precisando de um debug.